quinta-feira, 30 de abril de 2009

Supertramp - Hide In Your Shell (Live in Toronto 1983)

The World Is In A healing Crisis

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It's only by going through a crisis in our lives that we begin to seek thuth. We are going through that kind of crisis on a planetary level now. We are expanding in consciousness, and so the old forms that used fit for us don't fit anymore. They actually falling appart.
What's happening is that all those things that we couldn't deal with in the pas past are beginning to come to the surface. It  can look very scary right now, because we are able to face the things that we couldn't see before.
We have to become conscious of what doesn't work before we can become conscious of what to do about it..
The healing process in our own life, becomes the healing of the world.

do meu amigo
Georg von Holtsburg
(Austria)

NOITES DA CLIVANIA


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A Noite

É uma mulher
Que se desnuda
Da luz do dia
O vestir-se de mistérios
Um romper do caos interior
Que se interpõe na penumbra
Um olhar sinistro
Para lugar nenhum dentro de si
Um curvar-se notívago
Que tropeça em fantasias
Buscas e solidão

© Clivânia Teixeira


HOJE É TUDO DA CLIVANIA TEIXEIRA (brasil)

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Rodin

E ousas moldar minha existência
Este corpo de emoções
No infinitivo da forma
Tortura triangular
De entranhas barro e bronze
Que imortalizas por tuas mãos
Numa imagem que dói no olhar


A PAZ DA NOITE


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A Paz da Noite

Fogem-me do papel as palavras
Voam as intenções mudas
Navego para o recanto
Onde a paz é notívaga
Pouso-me suspensa
No sonho de penumbra
Entre seres inanimados
E olhares alados sorrio
Deslizo suave entre os abraços
Das mãos que me percebem inteira
E adormeço na intimidade dos gestos
Que acalentam o corpo da alma
Nas noites que deveriam
Ser para dormir e não são

Clivania Teixeira
minha querida amiga (Brasil)


quarta-feira, 29 de abril de 2009

A «gripe» dos Políticos

Ontem à noite tive oportunidade de ver na «SIC notícias» uma entrevista, ou um forum, como queiram apelidá-lo, entre os nossos futuros representantes ao Parlamento Europeu - dos vários Partidos concorrentes - e a apresentação das suas políticas e ideias.
Eu sinceramente não soube o que pensar a partir da primeira meia-hora. Começaram a falar em uma linguagem tão técnica que eu não entendi, mais 99% dos Portugueses. Creio que se chama «Europês» - e se não me engano significa = pagar ordenados chorudos para jantares e almoços de luxo!
Faço questão de não ir votar, até porque eles todos já lá estão sem o meu ou o voto dos outros. Aquilo é lugar cativo com apartamento em Bruxelles, carro com chauffeur e cartão de crédito e débito.
Mas sinceramente, aquilo que não entendi DE FACTO foi porque o Estado Português não aplica os recursos subsidiados da UE?
Há milhões não aplicados! Creio que foram aplicados apenas 5% do valor geral, que termina em 2013.
Na zona de Trás-os-Montes (como todos sabemos uma zona bastante abandonada) foram feitos inúmeros pedidos de empresas que foram considerados «Não Elegíveis» e cujos fundos não foram entregues. Por uma única razão: o Estado devia comparticipar numa pequena parcela dos fundos considerados, e eles não estavam no Orçamento de Estado porque faziam parte da «grande fatia» entregue à Banca para salvar as GRANDES FORTUNAS DESTE PAÍS.
Além de indecoroso... é apenas obsceno, se não fôr pornográfico.
SHAME ON YOU.
Os actuais políticos causam-me asco!

As Pandemias

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Não há nada como «ter medo» para voltar à sua naturalidade humana! Ou ao extremo da desumanidade.
Em psicologia aplicada há dois perfis de comportamentos tipicos: «a luta» ou «a fuga», que são absolutamente naturais e compreensíveis a nível de reacção imediata.
Creio que isso criou, ao longo da História da Humanidade, o mito dos heróis lendários e das famílias reais, e por descompensação, os «servos», que lhes deviam vassalagem - seus defensores - por estarem protegidos contra a sua cobardia pessoal. Foi assim que nasceram as Casas Reais e, no fundo, as Classes Sociais. Os mais arrojados, audazes e, por vezes, loucos furiosos, que dominavam populações inteiras e também os seus bens e pertences. Mas, isso é um dado Histórico de simples compreensão.
O mais difícil é que «quando não há heróis», nem objecto visível de inimigo ou batalha, como conseguimos deter o pânico de populações inteiras?
É o caso das «Pandemias».
Isto começou há anos atrás com a SIDA, depois com a «Gripe das Aves» na Ásia, e agora, no centro do mundo, «Gripe Suína», no Mexico, e nos Estados Unidos, que já se propagou pela Espanha, Inglaterra, Nova Zelândia, etc, etc.
A gripe é menos controlável que a SIDA porque a sua disseminação é a nível «aéreo», por um mero espirro ou uma tosse. E, logo, destribui o terror entre as pessoas. Não é um caso de inter-acção pessoal a nível de sexo, que pode ser permissivo e aceite. É apenas a nível de estar presente num espaço com pessoas que «supomos» estarem contaminadas.
O problema é a «suposição» --- que cria xenofobia --- medo e excesso de proteccionismo. O México «fechou as portas» literalmente. Não há aulas, não há ajuntamentos públicos, ao há gente nas ruas.
Hoje observei uma reportagem, em directo do México, em que o vendedor de jornais se recusava a dar o troco das moedas na mão do cliente, e deixava-as cair uma a uma na mão do outro sem nunca o tocar.
Quem leu «As Crónicas da Peste Negra» na Europa sabe do que estou a falar.
A «SIDA» quando foi descoberta começou por discriminar os homossexuais, que foram vastamente hostilizados e segregados nas suas comunidades. Digamos, sem papas na língua, foram mesmo «demonizados».
Mas a «Gripe» não acusa ninguém -- a não ser as aves, ou, os porcos agora -- e toda a espécie humana na generalidade. São os «sítios», os locais, as cidades, os países que são «demonizados».
Este virús é muito perigoso e é geral, ainda que a nova estirpe fosse desconhecida, porque está contemplado nas vacinas normais e anuais que as pessoas tomam. E também é controlável pelo antivirus das aves, vastamente distribuido por todos os países aquando do pânico inicial.
Há perigo óbvio de Pandemia, mas esperemos que não seja como a «Gripe Espanhola» de 1919 - chamada de Pneumónica - que matou milhões na Europa. Na época também foi determinada como «Gripe Suína» por Richard E. Shope. O virús foi isolado e controlado nas actuais vacinas e antivirais.
Só que o actual virús «dos porcos» se misturou com a «gripe das aves» e a «gripe humana comum» produzindo um resultado totalmente desconhecido, e transmissível aos humanos de forma absolutamente natural.
Todos já conhecemos como os virús gripais evoluem anualmente e criam novos contornos de sobrevivência.
Aliás, os «virús» são sobreviventes puros. Sem eles, nós jamais teríamos existido - ironia do destino!
Todos nós, durante a nossa longa História planetária, convivemos com eles intimamente. São apenas parasitas que necessitam de nós para sobreviver e cujas partículas carregam uma quantidade dos nosso DNA ou RNA. Por vezes, podemos conviver com eles numa espécie de agradável simbiose. de outras vezes, eles parecem dominar-nos de forma avassaladora e contraímos «epidemías» assustadoras. Mas, compreendamos os «virús» porque eles não nos querem matar, por uma única razão: não podem viver sem nós.
Uma questão AMOR-ÓDIO.
Muitas das vezes pensei que o excesso de esterilização que fazemos às nossas casas, e locais onde habitamos, a ausência de animais na nossa companhia e a não presença de plantas na nossa proximidade, nos tornou extraordinariamente vulneráveis.
O Homem torna-se cada vez mais vulnerável quanto mais se afasta da Natureza, sujeito a alergias e viroses - que são incompatibilidades psicológicas com o ambiente - que nos assaltam, porque isolámos e debilitámos todas as nossas protecções naturais, num exercício absolutamente estéril de nos coroarmos como «Rei da Criação», e tratarmos todas as outras formas de vidas como inferiores.
É bom que saibamos como cair na realidade e voltar à Natureza. Isto não é - e é ao mesmo tempo - Jean-Jacques Rousseau.
Se não compreendermos a Terra como um Todo, onde estamos incluídos, e apenas somos meros componentes de um SER maior que nós, que pensa, sente, vive e reage --- vamos ter enormes problemas.
Seria melhor termos uma ligação à Terra mais sentimental do que às ambições políticas ou financeiras que nos ocupam os dias.
De que vale ter Dinheiro ou poder, se um dia para o outro podemos ser mortos por uma gripe?

terça-feira, 28 de abril de 2009

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O PAPA NAZI, E O SANTO CONDESTÁVEL

O Papa nazi tem sido divertidíssimo nos últimos tempos. Além de nos criar um novo Santo português, Dom Nuno Álvares Pereira, o grande estratega militar da batalha de Aljubarrota.
Os Lencastres devem estar satisfeitíssimos porque ainda foram em 9º grau parentes de Nuno Álvares. Aliás, é uma honra chamar-se «Pereira», porque Álvares passou mais tarde a Castella e continuou a chamar-se de «Alvarez».
Nasceu em 1360 e foi dono de metade de Portugal. O homem tinha mais Condados que os dedos das mãos e detinha uma fortuna absolutamente inacreditável, há época. Contudo, foi o homem que nos libertou do jugo de Castella e tornou definitivamente Portugal num país real e independente.
Agora o Papa decidiu fazê-lo de Santo. O Grande General viu a virgem na Batalha de Aljubarrota!
Eu nunca acreditei muito em visões de Santos - nem na madre Teresa de Calcutá - quanto mais num Conde do Reino de Portugal do sec. XIV que andou matando castelhanos à espadeirada e paulada.
Mas presto-lhe vassalagem. Foi um Grande Homem.
Sobretudo é insólito o seu comportamento para um homem tão rico e poderoso como foi.
Abandonou a lide das armas, entrou num convento, e distribuiu toda a sua fortuna por família e amigos. Algo extraordinário! E não tinha necessidade de fazê-lo porque era herói nacional e detinha metade do país em Condados.
Era filho de Dom Álvaro Pereira e Dona Iria do Carvalhal, Condes de Portimão.
Mas, o que eu achei interessante no discurso de Canonização do Santo Condestável, São Nuno de Santa-Maria, feito pelo Papa, foi que não referiu a sua obra caridosa de oferecer toda sua fortuna aos outros, e ter feito hermitério até final de sua vida.
Aquilo que preocupou o Papa no seu discurso foi o mito Wagneriano do herói nacional, combatente e conquistador. How typical!

A GRANDE QUEDA DO IMPÉRIO CAPITALISTA - Gilbert Bécaud : Et maintenant (« Champs-Elysée » 1987)

Léo Ferré - La Solitude

DEPENDÊNCIAS

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Isto não é novo em psicologia nem filosofia. Estuda-se pelo menos laboratorialmente há uns 15 anos por motivos vários - sobretudo as adicções às drogas «pesadas» como Morfina, Heroína e Cocaína.
Mas os parâmetros dos psicólogos estenderam o estudo a nível sociológico também.
Será que o «Ser Humano» é uma criatura «dependente»?
A pergunta causou algum escândalo há alguns anos, mas teve que ser cientificamente observada sobre critérios científicos.
A resposta final é que ...  SIM. O «ser humano» é uma criatura de adicções tão diversas como a compulsão para as drogas, ou os sentimentos extremos!
Para resumir - porque estes textos técnicos são demasiado aborrecidos -, segundo a leitura dos psicólogos e psiquiatras envolvidos no estudo, todos nós somos «dependentes» de ALGO. Desde os sentimentos às mais variadas drogas que ingerimos diariamente... alcool, café, açucar, etc., etc.
Mas, somos sobretudo dependentes de - PASMEM! - de sentimentalidade!
Pode perguntar-se porque será o «Ser Humano» tão dependente de tantas coisas. A resposta é mais ou menos simples: TODA A ADICÇÃO CONDUZ À ANÁLISE E CONTROLO DO OBJECTO AO QUAL ESTÁ SUBMISSO.
Ou então à sua submissão e desastre.
Nos antigos rituais célticos haviam drogas que apenas podiam ser tomadas pelos Druidas, porque eles sabiam como controlá-las, ou melhor.... como controlar-se!
O grande «BOOM» dos anos 60 sobre Cannabis abriu algumas consciências, mas conduziu a um desastre com a utilização absolutamente desiquilibrada dos LSD e outros psicotrópicos. E, em seguida os Chineses vingaram-se, e atiraram para o mundo o seu veneno, que os fez depender dos Britãnicos e perder o domínio da sua soberanía no passado: o Ópio! «Foi um tiro da Europa saído pela colatra». A hora da vingança amarela.
Mas o mais curioso da investigação psicológica é o fenómeno de todos nós, sem termos conhecimento. de estar dependentes de muitas coisas e construirmos assim a nossa racionalidade.
Estamos adictos da TV, dos Partidos Políticos, das nossas Relações de Amizade e Sentimentais, da Nossa Imagem Social, e sobretudo da nossa «preponderância» sobre os nossos congéneres!
Aqui não estamos falando de dependências sobre o Tabaco ou drogas ou álcool. Estamos falando de dependências psicológicas das quais nem temos conhecimento de imediato e se movimentam na nossa vida diária, e nos nossos comportamentos, nos nossos dislates, nos insultos velados, nas nossas pequenas tiranías para com os outros.
As dependências sentimentais são bastante traumáticas e convocam grandes forças de resposta - por vezes muito desiquilibradas - porque não caracterizam o objecto em si, mas sim UMA IDEIA.
Tal como no «objecto político» de determinação da Verdade poder conceder ao «extremismo comportamental» uma espécie de SALVAÇÃO de tudo e de todos. O que é falso, e resulta normalmente em ignóbil e vastamente improvável - segundo a História.
A leitura final do relatório apenas induz para uma maior complacência entre comportamentos sociais.
Se somos todos «dependentes» de algo. Temos que compreender as dependências dos outros.
AINDA QUE TENHAMOS A NOÇÃO DE QUE AS SUAS E AS NOSSAS DEPENDÊNCIAS POSSAM CONCILIAR-SE NALGUMA COISA. Como a Paz entre nós, por exemplo.
Somos todos humanos e demasiado erráticos, nos momentos que correm, para não nos ajudarmos uns aos outros!

sábado, 25 de abril de 2009

UM DOS NOSSOS POUCOS HERÓIS: Salgueiro-Maia

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg30xLxOWkUxlJfGHjtnMszb7lBf_mKa18iAOJ4eM1lKwWQpfHkKG36hqifCpKooo5dTdjrJxlaYXzNozdGRSqsg9pMo0QoAA3HBKS649qv5O1KH8tPeXsYqch95j2q0SN_D81duXfIAyI/s400/SalgueiroMaia01.jpg
DISTINTO CAPITÃO DA «REVOLUÇÃO DOS CRAVOS».

Tanto Mar - Versão Original

NESTE DIA LINDO 25 DE ABRIL O AGRADECIMENTO AOS NOSSOS IRMÃOS DO BRASIL

A MINHA HOMENAGEM AO 25 DE ABRIL -Billie Holiday - How Deep Is The Ocean (How High Is The Sky)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O diabólico «Doctor Zavos» : The Secret Agenda

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É claro que todos nós já sabíamos que estavam a ser feitas experiências sobre «clonagem» humana. Não era apenas a pobre da ovelha!
Eu não sou um detractor do estudo do genoma humano, nem muito menos estou contra o estudo para salvar algumas doenças que precisam dessa informação.
Mas «clonar» humanos tem que ser substancialmente reflectido. Mas não sou contra.
O que me preocupa é COMO, ONDE e intrinsecamente o PORQUÊ.
Eu até gostaria que eles descobrissem algo, onde eu viveria até aos 500 anos, «confortably numb» sem grandes preocupações. O problema seria pagarem-nos a todos a «Reforma» sem termos filhos -- como acontece actualmente na Europa.
Lá teremos que ir buscar aos Chineses o nosso pagamento de reforma e importá-los para cá. Ou aos Indianos. Eles já se constituem como metade da população do Planeta.
A visão de conforto e de repartimento Ocidental tornou-se admiravelmente egoística. A Europa produz por casal «um filho», dois já é uma boa produção. O sistema de apoio social aos casais -- como existiu em França anos atrás -- quem tivesse 5 filhos nem necessitava de trabalhar. Isso é apenas História. Em Portugal foi sempre Mitologia.
O que se constitui como uma REFORMA da população mundial se chegarmos a «clonar» seres humanos?
Ou fazemos o que estamos imediatamente fazendo, libertar vastas áreas da África a morrerem sem condições sob a SIDA e outras doenças improváveis -- sob a sustentação religiosa do Vaticano e da comarca dos Mações -- ou tornar sustentável o planeta. O que não é rigorosamente entendível nem com um rigoroso esforço intelectual.
Portanto, a «clonagem» -- entendível objectivamente e sem propósitos medicinais, estrictamente controlados -- só me dá ideia da filosofia Hitleriana de «Eugenía». A construção da «Raça Perfeita». É algo aterrador.
Pensem nisso.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

A ENTREVISTA DO SR. PRIMEIRO MINISTRO

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A cena foi lastimável, lamentável e profundamente deprimente. Se os olhos do senhor Socrates fossem balas, a pobre da Judite de Sousa já estaría morta!
Ele acredita-se acima dos comuns mortais, espécie de mito Wagneriano, que não pode ser escrutinado por quem lhe paga o salário. Está muito enganado, e saberá isso nas próximas eleições.
A atitude do Primeiro Ministro ontem na RTP -- única cadeia de TV onde deixa ser entrevistado, porque é do Estado e pode «intimidar» todos os jornalistas -- foi de facto um espectáculo confrangedor.
Agora que já processou - se não me engano 8 jornalistas -- pelo "Freeport Affair", onde toda a sua família está atolada, tentou intimidar a jornalista de serviço.
Houve até alturas da entrevista - eram 2 jornalistas - em que após uma pergunta directa da Judite de Sousa, a resolveu ignorar em absoluto.
Aquilo é um «Homem de Estado»? Que reage histericamente quando as coisas não lhe agradam? E sobretudo sobre «ambiente controlado» como é a RTP... do Estado.
Era um favor que faria a esta Nação pedir reforma antecipada e deixar-nos regular isto um pouco melhor, do que andar a «regular» os Bancos falidos dos amigos.

As cores

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Aquilo que para um homem é um alimento, para o outro é um veneno. É uma máxima! E assim se trata também com as cores.
A selecção das cores, e a sua aplicação devem ser executadas com discrição.
Já há muitos anos que os médicos utilizam as cores como terapêutica em Hospitais, ou em locais públicos.
Todos nós já sabemos da influência da côr a nível da arquitectura e estabelecimento de ambiência. É uma técnica que foi discutida e «regularizada» cientificamente após os anos 80.
Mas vejamos como a utilizamos na vida pública como subsidiária da nossa personalidade.
É claro que os políticos apenas podem utilizar o azul escuro e o cinzento. E porquê? porque significa discrição. Passar desapercebido. A única política europeia a utilizar «cor de rosa shocking» numa cimeira, foi a Chanceler Merkel da Alemanha. Coisa nunca vista! Mas foi perdoada... era uma mulher! O côr de rosa convém ás mulheres.
Mas vamos a ver como se utilizam as cores.
O tema é sério porque também serve como terapia, como foi vastamente discutido em hospitais psiquiátricos e ambientes sociais, onde muitas pessoas se aglomeram. Mas também como roupas pessoais.
As roupas espelham a nossa personalidade, o nosso humor do dia-a-dia, a nossa maneira de estar na vida, de afirmação ou de passar desapercebido e ser incognito.
Não é em vão que escolhemos uma camisola vermelha num dia e nos vestimos em total preto no seguinte.
A côr, de facto, não existe. É apenas uma vibração perceptível pelos nossos olhos e que se determina como uma influência psicológica.
Vejamos. Porque é que o vermelho nos impõe o rigôr da emergência? Não é apenas pelo carro dos bombeiros ter sido pintado daquela côr, nem as sirenes flamejantes dos carros de polícia cintilarem daquela maneira.
O vermelho está ligado ao Chakra da sobrevivência, Kundalini, e ele é vermelho. Por isso utilizamos o vermelho para «avisar a vida».
Os animais mais perigosos, como as cobras, por exemplo, sobretudo as mais venenosas, sempre mostraram as suas cores mais chocantes para avisarem o seu perigo. Não é por se vestirem de luxo! É para dizerem que são perigosas. Algumas mulheres fazem o mesmo também... o que nós agradecemos.
Analisemos então a sintonía cromática. Do vermelho base até ao violeta.
Partimos do principio filosófico que as cores são apenas vibrações cuja percepção é apreendida pela mente humana. O que explicável e nível psicológico. E logo, que nos leva a ter comportamentos susceptíveis de responder a essas vibrações.
Vermelho: ATENÇÃO; laranja: FRUTIFICAÇÃO; amarelo: CONCENTRAÇÃO EGOISTA; verde: NATUREZA; azul: O PODER DO SOM; indigo: A VISÃO PARA ALÉM DA VISÃO; violeta: O TRANCENDENTAL.
Estas cores podem ser multiplicadas umas com as outras numa paleta infinita, de acordo com os Chakras com que jogamos na vida.
É muito importante saber usar uma côr de acordo com a nossa maneira de ser, ou com a nossa decisão de querer ser.
Há pessoas que simplesmente usam o cinzento ou o negro para «não querer Ser».
«Ser», equivale a uma vibração de côr. Usá-la -- tal como nas cobras venenosas que nos avisam -- é a nossa  trade mark.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

SENHOR PRIMEIRO MINISTRO JOSÉ SÓCRATES - We Won't Get Fooled Again

Springtime Cocktails

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Para os meus amigos alcoólicos, cansados do whisky de inverno, aqui vai um «cocktail» divertidíssimo para as noites primaveris... chuvosas, mas já quentes.
A receita é simples e muito agradável.
1 dose de whisky, 1/2 dose de Groselha, água mineral muito fresca - não junte gelo - sumo de limão Q.B.
Como dizia James Bond, «shaken not, stirred». That's all